Moraes: “Quem radicalizar “fora de hora” irá para o último lugar da fila”

07/04/2011 12:50

O secretário-chefe da Casa Civil, Eder Moraes, ameaçou com medidas de retaliação os servidores que articulam uma greve por aumento de salário. Ao tratar da questão, em nota, Moraes, que se encontra nos Estados Unidos acompanhando o governador Silval Barbosa, afirmou taxativamente que “quem radicalizar “fora de hora” irá para o último lugar da fila na ordem das prioridades”.

Eder Moraes explicou que o Governo do Estado está tratando da questão da remuneração dos servidores públicos de forma conjunta e em bloco, conforme determinação do governador, e de toda a equipe da área econômica que compõe o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Condes).

“Os salários dos servidores estão rigorosamente em dia. Tivemos durante três anos consecutivos a reposição inflacionária e mais ganho real em média de 6% o que totalizou 30% de correção nos últimos três anos” – ponderou. “Dessa forma, está garantido no mínimo a reposição inflacionária para o ano de 2011”.
Conceder aumento salarial aos servidores, segundo o secretário-chefe da Casa Civil, é algo que não depende somente da vontade política do Governo do Estado, mas concretamente da capacidade do Estado de assimilar os impactos financeiros. “Em primeiro lugar, temos que manter o equilíbrio fiscal para que todos continuem podendo almejar ganhos futuros” – disse, para em seguida emitir um sonoro aviso de retaliação.

Atualmente, cerca de 900 médicos estão em greve por conta da política de implantação de Organizações Sociais na gestão das unidades de saúde do Estado. O movimento corre o risco de crescer a partir da decisão, na quarta-feira, dia 6, do Conselho Estadual de Saúde.

Além dos médicos, servidores da saúde pública e meio ambiente também estão mobilizados para entrarem em greve estavam apenas aguardando o envio do projeto de lei que determina a reestruturação salarial da categoria, mas isso ainda não aconteceu. As duas classes querem o fim do desvio de função, a flexibilização da carga horária e revisão na tabela que varia de 5% a 15%.

Fonte:24HorasNews


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