Condenado a 140 anos se gaba de ter fugido da prisão num latão de lixo

10/08/2011 08:15
Foto: Polícia CivilFrank Borges tem dois homicidios, dois latrocinios, uma ocultação de cadaver e seis fugas Frank Borges tem dois homicidios, dois latrocinios, uma ocultação de cadaver e seis fugas

O fugitivo de Goiás, condenado a 140 anos de reclusão, preso em Mato Grosso segunda-feira (8) gaba-se de ter fugido na última vez do presídio de Goiânia dentro de um latão de lixo. Frank Carlos Borges, 36 anos, com uma vasta ficha policial foi recapturado quando procurava um hospital em Luciara, a 1.250 km de Cuiabá.

Em depoimento ao delegado de São Félix do Araguaia (1200 km de Cuiabá), Wiliney Borges, o fugitivo disse que esperou o momento para retirar o lixo de dentro do presídio e se misturou aos sacos de lixo e escapou sem ser percebido. Frank tem seis fugas no seu curriculo.

Provocando ao delegado Wiliney, o fugitivo ainda teve a cara de pau de dizer à polícia que caso "desse mole fugiria rapidamente de São Félix do Araguaia". 

Frank é dono de uma ficha policial de dar medo em qualquer pessoa: dois homicídios, dois latrocínios, uma ocultação de cadáver e as fugas mencionadas que lhe renderam 140 anos de reclusão. Porém o presidiário estava solto e provavelmente participando de uma onda de assaltos em Barra que terminou na semana passada com dois comparsas dele morrendo em um tiroteio com a Força Tática da PM.

Frank inicialmente nega, porém teria comentado com uma pessoa em Luciara que participou do assalto ao psicólogo Eduardo Vieira, quinta-feira (4). Eles estavam em três e na fuga capotaram o veículo e dois foram mortos no confronto com a polícia. O fugitivo de Goiânia teria se escondido no mato e depois esperou ‘socorro’ de um colega debaixo da ponte do Barreiro em General Carneiro e seguiu para Luciara onde procurou atendimento médico na segunda-feira quando foi preso.

O delegado Wiliney informou que o fugitivo deve ser encaminhado para Barra do Garças para ser reconhecido por assaltos do psicólogo da Faculdade Univar e Relojoaria Celius.

Demonstrando frieza, Frank se mostrou um elemento perigoso e audacioso até mesmo tentando intimidar o delegado de São Felix. No tornozelo, ele tem uma tatuagem de palhaço que no meio policial significa que ele já matou policia. Ele informou ao delegado que o Edmar Facco, 35 anos, conhecido como Gauchinho, teria cumprido pena com ele em Goiânia. O segundo elemento morto permanece sem identificação.

O delegado da Roubos e Furtos de Barra (Derf), João Pessoa, acredita que 90% o Frank era o terceiro elemento do assalto ao psicólogo e aguarda a remoção dele para confirmar essa suspeita.

Fonte:Olhar Direto


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