Conselho decide que aulas na UFMT voltam na próxima segunda-feira

22/09/2012 08:11

 

Nesta quarta-feira (19), os professores da instituição haviam indicado, em assembleia, que as atividades fossem retomadas no dia 1 de outubro

 

Escrito:Por THAISA PIMPÃO

Mayke Toscano/HiperNotícias

Mesmo com a indicação dos professores daUniversidade  Federal de Mato Grosso (UFMT) de retomarem as atividades no dia 1 de outubro, após a maior greve da história da instituição, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), responsável por decidir essas questões, aprovou, com 22 votos a favor, 15 contra e duas abstenções, o retorno das aulas para a próxima segunda-feira (24).

 

Mesmo com a indicação dos professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de retomarem as atividades no dia 1 de outubro, após a maior greve da história da instituição, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), responsável por decidir essas questões, aprovou, com 22 votos a favor, 15 contra e duas abstenções, o retorno das aulas para a próxima segunda-feira (24).

 

Mesmo com a indicação dos professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de retomarem as atividades no dia 1 de outubro, após a maior greve da história da instituição, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), responsável por decidir essas questões, aprovou, com 22 votos a favor, 15 contra e duas abstenções, o retorno das aulas para a próxima segunda-feira (24).

 

Mesmo com a indicação dos professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de retomarem as atividades no dia 1 de outubro, após a maior greve da história da instituição, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), responsável por decidir essas questões, aprovou, com 22 votos a favor, 15 contra e duas abstenções, o retorno das aulas para a próxima segunda-feira (24).

 

O Conselho ainda deliberou sobre o término do primeiro semestre, que agora está marcado para o dia 10 de novembro. A reunião, realizada na tarde desta quinta-feira (20), foi marcada para definir as principais datas do calendário acadêmico pós-greve. Segundo informações da UFMT, a paralisação começou no 60º dia de aula, faltando 40 para completar o semestre letivo.

O Consepe recomendou aos professores, baseado no longo período de greve, que apliquem avaliações nas primeiras duas semanas de aulas e que esse período também inclua a revisão de conteúdo.

Uma nova reunião está agendada para o dia 1 de outubro, visando discutir questões como reposição de aulas, aulas de campo, período de férias e as atividades do segundo semestre letivo.

Em assembleia realizada na tarde de quarta-feira (19), os docentes decidiram encerrar a greve que já ultrapassava quatro meses. A votação terminou com 89 votos a favor, 36 contra e três abstenções. A decisão foi tomada após o encaminhamento do Comando Nacional do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), de que a greve deveria ser suspensa.

A paralisação dos docentes ocorreu como forma de reivindicação por reestruturação de carreira, reajuste salarial e melhores condições de trabalho. No início do mês de agosto, o Governo Federal anunciou que as negociaçõescom a categoria haviam chegado ao fim. Desde então, o movimento grevista foi perdendo força.

Além disso, a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), entidade que representa uma pequena porção dos professores, aceitou a proposta apresentada pelo governo no dia 24 de agosto, que propunha um reajuste de 25% ao custo anual de R$ 4,2 bilhões. Para professores com titulação maior e com dedicação exclusiva, o reajuste seria de 40%. Também foi proposta a diminuição da quantidade de níveis da carreira de professor universitário, de 17 para 13, alegando que assim a progressão dentro da 

 


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