Consumidor deve ficar atento ao comprar frutas

20/12/2011 08:20

Produtos precisam seguir normas do Ministério da Agricultura para não oferecer risco à saúde

Ao comprar produtos típicos das ceias de Natal e de Ano Novo, o consumidor deve ficar atento para os itens que podem levar o produto a ser considerado fora do padrão de qualidade exigido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As frutas frescas requerem cuidados e são controlados na importação pelo governo. Maçã, pêra, uva rústica e uva fina de mesa são frutas inspecionadas na entrada do país para avaliar a sua qualidade.

O coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Fábio Florêncio, explica que o estado de conservação da fruta é observado para evitar o ingresso de frutas impróprias para o consumo. As normas fazem parte do padrão oficial de classificação do Mapa.

As frutas secas também não podem ficar de fora das festas de fim de ano. Desta forma, frutas desidratadas como figo seco, damasco, uvas passas importados, quando ingressam no Brasil, são inspecionados pelo ministério. Durante a vistoria, os técnicos verificam se há contaminação por micotoxinas acima dos limites permitidos pela legislação brasileira.

No caso das nozes, amêndoas, amendoins e pistaches o consumidor deve ficar atento, pois elas podem abrigar substâncias nocivas à saúde. A aflatoxina é produzida por um fungo que aparece quando o produto, depois de colhido, não é bem seco ou quando é armazenado em lugar úmido. O mais seguro é comprar as oleaginosas empacotadas, com informações de procedência na embalagem. A dica vale também para as frutas cristalizadas e secas.

O Mapa orienta as cadeias produtivas do amendoim e da castanha do Brasil (castanha-do-pará) a seguir as boas práticas de processamento do produto. O coordenador Fábio Florêncio afirma que “as orientações sobre os cuidados necessários para evitar contaminação e risco de má qualidade do produto são repassadas aos processadores e aos embaladores para que os seus produtos cheguem aos consumidores inócuos e sadios”.
 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social


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