Homem que matou prefeito de cidade de MT durante festa é preso em SP

02/05/2012 09:03

Fonte: 24 Horas News

A Polícia Civil prendeu Wanderlei Teixeira de Almeida, 43 anos, acusado de ter matado o prefeito Antonio Luiz Cesar de Castro, o “Luizão”, de Nova Canaã do Norte,no dia 5 de agosto do ano passado, quando participava de uma festa no clube do laço. O criminoso estava com prisão preventiva decretada e foi encontrado em Diadema, São Paulo. O caso vinha sendo conduzido em segredo de Justiça. Também foi preso, em Nova Canaã do Norte,  outro acusado do crime, Vanilson dos Santos.

Apontado na coautoria do assassinato do prefeito “Luizão”, Wanderlei foi preso às 14 horas, de segunda-feira, na casa de um parente, no bairro Jardim Eldorado, periferia da cidade de Diadema. Teixeira de Almeida será transferido para Cuiabá na quinta-feira, 3, para ser interrogado pelos delegados Rogério Malacarne e Sérgio Ribeiro Araújo, que acompanharão a chegada do acusado na Capital.

Conforme o delegado Rogério, detalhes das investigações serão apresentados após a oitiva do principal suspeito de assassinar o prefeito. “Ele tinha interesse na morte e com certeza participou na coautoria. Pode até ser que seja o executor. A gente vai esclarecer isso a partir da prisão dos dois”, frisou.

O segundo preso, Vanilson dos Santos, ajudou a dar fuga a Wanderlei e estaria intimidando testemunhas em Nova Canaã do Norte.

Luizão foi morto por um homem que estava encapuzado. Testemunhas informaram que o assassino chegou ao clube de laço, onde ocorria a abertura da Festa do Laço Comprido, em um veículo Gol branco, junto de outro suspeito. O homem saiu do carro já com o rosto encoberto e seguiu em direção à vítima. Após confirmar ser o prefeito efetuou os sete disparos. Na época, o crime chocou a região Norte do Estado.

Uma das teses é de que o prefeito teria sido assassinado a mando de um dos assaltantes do Banco Central, em Fortaleza, ocorrido em agosto de 2005, quando foram roubados R$ 164,7 milhões. Um dos delegados que atuam no caso, Anderson Garcia, evitou confirmar a versão. A Polícia Civil trabalhava com duas linhas de investigação, sendo uma relacionada aos negócios do prefeito e outra motivada por questões políticas.


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