Pedro Henry é condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no STF

02/10/2012 07:56

Escrito:Por Welington Sabino,                Fonte:GD

 

Chico Ferreira/Arquivo
Pedro Henry já foi condenado por 6 dos 10 ministros do STF pelo crime de corrupção passiva

O deputado Pedro Henry (PP-MT), então líder de seu partido na época do mensalão entre 2003 e 2004 no governo Lula, já foi condenado por 6 dos 10 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Acusado de receber propina do PT no suposto esquema do mensalão, ele já está previamente condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Dos 9 ministros que já se manifestaram sobre o item o qual Henry é julgado, apenas 3 votaram pela absolvição do parlamentar. Na semana passada Henry já havia recebido 5 votos pela condenação.

Votaram pela condenação de Henry os ministros Cármen Lúcia Rocha, José Dias Toffoli, Luiz Fux, Rosa Weber e Celso de Mello. O terceiro crime pelo qual Pedro Henry também é acusado, o de formação de quadrilha, apenas Luiz Fux e Celso de Mello acompanharam o voto do relator do processo, Joaquim Barbosa que pediu a condenação do parlamentar.

Durante a leitura de seu voto, o ministro Celso de Mello que acompanhou integralmente o voto do relator, ministro Joaquim Barbosa, pediu uma punição exemplar para os acusados de corrupção e declarou que parlamentares corruptos são “marginais do poder”. Ele citou vários juristas e personalidades para sustentar sua afirmação de que o crime causa inúmeros prejuízos à população.

A fase de votações que foi retomada nesta segunda-feira refere-se à compra de apoio político entre 2003 e 2004. Os denunciados são acusados de terem recebido dinheiro das empresas do publicitário Marcos Valério para garantir apoio na votação de matérias de interesse do governo. O julgamento foi retomado com a conclusão do voto do ministro Antonio Dias Toffoli, interrompido no dia 27 para ele integrar a sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Depois de Toffoli, votaram os ministros Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e o presidente do STF, Carlos Ayres Britto.
 


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