PM mata a ex-esposa e se suicida

18/10/2012 09:41

Cabo atirou na cabeça da mulher e em seguida se matou. As três filhas do casal estavam na sala e encontraram os corpos

 



Casa da família, onde aconteceu crime, fica no Residencial Pomeri, localizado na região do Planalto
Escrito:Por ADILSON ROSA            Fonte: Diário de Cuiabá

Terminou em tragédia o relacionamento do cabo Benedito Xavier de Arruda, de 46 anos, com Luciana Fernandes Ferreira, de 36 anos. Eles eram casados e tinham três filhos. Ontem à tarde, ele a executou com um tiro na cabeça e se matou em seguida. O homicídio, seguido de suicídio, ocorreu por volta das 13h30 na casa do militar no Residencial Pomeri, em Cuiabá. 

O cabo morava com as três filhas do casal. Elas estavam na sala, ouviram os disparos e ao arrombar a porta, viram os pais mortos. 

“É uma situação lamentável. Um crime passional, não tem como evitar. Ainda não sabemos como era o relacionamento do casal que já estava separado”, informou o delegado João Bosco de Barros, de plantão na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa. 

Segundo policiais que atenderam a ocorrência, ontem à tarde o militar ligou para a esposa e a convidou para visitá-lo em sua casa no Residencial Pomeri, próximo da Delegacia do Planalto. Assim que o casal entrou para o quarto, ele a matou com um tiro na cabeça e se matou com a mesma arma. 

Após os disparos, a casa foi ocupada pelos vizinhos, já que muitos policiais residem no condomínio. Colegas do militar ficaram perplexos ao saber da morte dele, uma vez que ele era considerado um homem calmo e não demonstrava estar atravessando uma fase de problemas emocionais. “Crime passional pega a gente sempre de surpresa. De quem menos se espera acontece”, observou um colega. 

Os policiais disseram que os filhos poderão ficar traumatizados. “Agora, só de lembrar que a mãe entrou no quarto para morrer, é triste”, observou uma policial que reside no condomínio. 

O delegado lembrou que o crime passional é impossível prevenir, uma vez que ninguém sabe o que passa na cabeça de uma pessoa que está disposta a praticar tal ato. “Homicídios por tráfico de drogas, latrocínios, brigas em bares, é possível evitar, mas o passional não tem como”, observou. 

 


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