Preço da soja cai e fecha cotação abaixo de US$ 14 na Bolsa de Chicago

15/06/2012 09:04

Fonte:Olhar Direto Autor:De Sinop - Alexandre Alves

 

Foto: Reprodução

Preço da soja cai e fecha cotação abaixo de US$ 14 na Bolsa de Chicago

A cotação da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou o pregão diurno desta quinta-feira (14) com queda de 21.2 centavos de dólar por bushel, com o preço final da sessão cravado em US$ 1386, para os contratos com liquidez no mês de julho próximo. Há uma semana que o preço flutuava acima dos US$ 14 por bushel, mas a realização de lucros de hoje derrubou a cotação.

Para os contratos com entrega em agosto, a queda foi de 14 pontos, com o bushel encerrando o pregão a US$ 1363.6; setembro a US$ 1334.2 (-9 pts); novembro US$ 1308.6 (-11 pontos). Para quem está vendendo a safra 2012/13 de forma antecipada, os preços também caíram. Os negócios para entrega em março do ano que vem terminaram o dia a US$ 1286 – queda de 9.6 centavos de dólar por bushel; maio a US$ 1267.4 (-9.6) e, para julho de 2013 a soja terminou o pregão a US$ 1267.2 (-10.2 cents/bu).

A sessão começou com a oleaginosa flertando com os dois lados da tabela, ora com pequenos ganhos, ora com leves perdas. Mas a notícia de demanda ainda muito forte em curto prazo fez o mercado experimentar um fluxo constante de negócios por parte dos fundos de investimentos por boa parte do dia. 

Cumulativos de vendas de culturas antigas chegaram a 101,3% da previsão do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para o ciclo contra uma média de 98,9% nos últimos de cinco anos.

Milho vai na contramão da soja e fecha em alta

A cotação do milho na Bolsa de Chicago caminhou na contramão da soja e fechou o pregão diurno em alta, com os contratos para o próximo mês de julho negociados a US$ 601.4 - ganho de nove centavos de dólar por bushel. Para setembro, a cotação encerrou a sessão a US$ 520.6 (+5.6 pontos); e dezembro a US$ 516 (+5.4 pts).

As vendas para 2013 também foram com ganhos, com os compromissos para março a US$ 528.2 (+5.6 pontos), maio US$ 536 (+5.6 pts) e, para julho do ano que vem, a US$ 542.6 (+5.2 pts).

Milho e trigo, aliás, foram capazes de manter ao lado positivo da tabela, “com o milho de julho continuando a liderar o caminho”, segundo o analista de mercador John Sanow, da DTN.


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