Prefeito de Torixoréu diz provar que obra foi regular

07/03/2012 06:29

 

Construção de pista foi regular, diz Máximo Barriga

 

Divulgação

 

 

 

Fonte:DIÁRIO DE CUIABÁ

 

O prefeito de Torixoréu, Máximo Rodrigues dos Santos (PSB), conhecido como ‘Máximo Barriga’, afirma que possui documentos e notas fiscais para provar que foi regular a utilização de maquinários públicos para fazer uma pista de pouso em uma fazenda privada. No último domingo, no ‘Fantástico’, da Rede Globo, foram divulgadas gravações do Ministério Público Estadual (MPE) sobre a construção da pista com veículos do programa ‘MT 100% Equipado’, do governo estadual. 

“Essas acusações não procedem. Nós temos tudo documentado, foi tudo feito certinho. Isso é intriga da oposição”, declara. Máximo é investigado pelo MPE por utilizar os maquinários para construir, além da pista para pouso e decolagem de aviões, represas e patrolamento de estradas que dão acesso à propriedade do fazendeiro Valmir Pereira. Segundo o socialista, a prefeitura já recorreu à decisão e, agora, aguarda apreciação dos documentos apresentados. 

No entanto, o prefeito de Torixoréu não está sozinho, Ivanor Dacheri (PSB), gestor do município de General Carneiro, também é acusado de realizar o mesmo procedimento e, por isso, responde pelo mesmo processo. 

Os maquinários foram doados pelo governo do Estado para a manutenção de estradas que se encontram em más condições, por isso não poderia ser disponibilizada a terceiros. 

Na época em que o caso foi divulgado pelo MPE, o governador Silval Barbosa optou por rescindir os termos de cessão de uso, firmado com os gestores. A decisão administrativa chegou a ser publicada no Diário Oficial que circulou nos dias 27 de outubro e 7 de novembro. 

Além disso, por conta dos termos de rescisão, as cidades tiveram que devolver ao Estado duas motoniveladoras, quatro pás-carregadeiras e 24 caminhões basculantes, que foram usados indevidamente. A apreensão foi realizada em outubro do ano passado. 

Contudo, além da utilização de maquinários públicos, o MPE também constatou que os motoristas que estavam realizando os serviços faziam parte do quadro de funcionários da prefeitura. Desta forma, os gestores também são acusados de utilização indevida de mão-de- obra pública no interesse particular


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