Presos 2 foragidos que participaram de roubo a bancos

16/11/2011 07:57

Já estão presos dois homens acusados de dar apoio aos assaltantes que levaram pânico e terror aos moradores de Colniza (1.065 Km a nordeste de Cuiabá) durante o assalto a 2 bancos na última quinta-feira (10). Os acusados são Evandro Bulhões Cirqueira, 40, e Vânio Ornelas Menegucci, o Pedro, irmão de Marciene Ornelas Nenegucci, o Tião, apontado como o mentor do assalto e um dos principais líderes do bando. Ambos os presos já são conhecidos da Polícia e estavam foragidos. Vânio era foragido por crime de homicídio praticado no município de Comodoro há cerca de 10 anos. Ele foi preso mas fugiu do presídio de Pontes e Lacerda. Já Evandro que tem passagem por furto estava solto em posse de um termo de compromisso de liberdade provisória já que seu mandado ainda estava em aberto.

Eles foram presos durante a tarde desta segunda-feira (14) na localidade denominada Linha 16 Eletrônica, região de Colniza, onde ambos são donos de sítios que serviam de esconderijo para todo o bando. Já os comparsas fugiram descalços e sem camisa para uma mata da região. Chefe do Comando Regional 8, coronel Jadir Metello Costa que comanda as equipes de buscas acredita que no máximo em 48h deve prender o restante da quadrilha, já que fugiram deixando no acampamento 5 mochilas e 2 sacos de comida que utilizariam para se manter escondidos e vencer os policiais pela canseira como costuma ocorrer em outros assaltos na modalidade novo cangaço.

Dos presos, Vânio é dono do sítio Boa Vista, na Linha 16 Eletrônica onde foi descoberto o esconderijo onde também foram apreendidos R$ 77.743, 50 mil, 219 munições dos calibres 9 mm, 5.56, ponto 38, ponto 30, pistola 380 e gáugio 12. Também foram aprendidas 3 armas, uma carabina ponto 36, um fuzil 762 e uma escopeta gaugio 12. Já o preso Evando é proprietário do sítio Pé de Serra na mesma localidade, também usado como esconderijo.

De acordo com o coronel, os R$ 77,7 mil recuperados representa a maior parte da quantia levada, que segundo uma das agências bancárias, foi R$ 90 mil. O coronel Costa explica que a operação conjunta é realizada pelas polícias Civil e Militar envolvendo o Batalhão de Operações Especiais (Bope), Força Tática de Juína e Companhia Integrada de Operações Áreas (Ciopaer).

Fonte:Gazeta Digital

 

 


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